Quinta-feira, 15 de Fevereiro de 2007
Nostradamus
Nostradamus.jpg


Nostradamus
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Nostradamus
Michel de Nostredame [1], mais conhecido sob o nome de Nostradamus, foi um médico da Renascença que praticava a astrologia e a alquimia (como muitos dos médicos do século XVI). Nasceu em 14 de dezembro de 1503 em Saint-Rémy-de-Provence; sofrendo de Epilepsia psíquica, de gota e de insuficiência cardíaca, morreu em 2 de julho de 1566 em Salon-de-Provence, vítima de um edema cárdio-pulmonar.
Ficou famoso por sua suposta capacidade de vidência. Escreveu um livro de centúrias, versos codificados que seriam previsões do futuro.
Índice
[esconder]
a.. 1 Origens
b.. 2 Biografia
c.. 3 Profecias
d.. 4 Páginas externas
e.. 5 Notas


[editar] Origens
Nostradamus
Seus pais eram Jaumet (ou Jacques) de Nostredame e Reynière (ou Renée) de Saint-Rémy. Ele é o filho mais velho dos 8 filhos do casal. O nome Nostredame vem de seu bisavô judeu, que escolheu o nome de Pierre de Nostredame quando da sua conversão ao catolicismo.
[editar] Biografia
As Profecias de Nostradamus encontram-se ligadas à história do catolicismo, nos prefácios Nostradamus aponta esta preocupação claramente. Foi considerado como homem erudito, um homem além de seu tempo e aliava-se ao fato de conhecer o latim e o grego que o possibilitava a obter conhecimentos de fontes importantes. Sua grande erudição, conhecimentos de astrologia e astronomia aliado a uma intuição, parece que permitiam um raciocínio bastante acurado a respeito do futuro. De qualquer forma, gerou um impacto em milhões de pessoas que vem se pondo em contato com seus escritos nesses quase quinhentos anos.
Teve contatos com três reis de França (Henrique II, Francisco II e Carlos IX), graças a rainha Catarina de Médicis, esposa do primeiro e mãe dos seguintes. Há indícios que tenha se formado em Medicina, mas dedicou muito do seu tempo ao estudo da Astrologia, Alquimia, Literatura e Teologia. Há rumores que muito jovem, depois de aprender latim, grego e hebraico, começou a sua carreira como médico, permanecendo durante quatro anos em Bordeaux, onde combateu uma epidemia de peste em condições bastante precárias. Mas essa mesma peste condenou-o a ficar sem família, e por isso resolveu viajar para Itália. Nos seus versos pode-se ver citações de autores como Plutarco, Platão, Jamblico entre os filósofos gregos. Muitas destas informações foram coletadas pelo grupo "Nostradamus Research Group" abreviadamente NRG que tendo a maioria de seus membros na Europa, pode pesquisar "in loco". Esse grupo pode aclarar muitas lendas e folclores que cercam a personalidade de Nostradamus.
Entretanto, casou numa pequena cidade, com uma viúva de nome Anna Gemella, de quem teve seis filhos. Foi nessa altura que começou a escrever as suas Centúrias e quando já tinha boa fama por publicar anualmente almanaques, o que fez por mais de dez anos. Almanaques estes que tinham muito de astrologia e as previsões para os próximos tempos escritas em geral de forma corrente. Havia sempre alguns versos que muito mais tarde, selecionaram dos almanaques e imprimiram como livro avulso. Não foi Nostradamus que fez isso, mas certamente pessoas interessadas em fazer dinheiro que não se importaram em mutilar o escrito do sábio. Escreveu também um livro de receitas, principalmente de cosméticos. São atribuídas a ele algumas traduções. Também dentro das pesquisas do grupo NRG encontram-se a grande influência do livro de profecias Mirabilis Liber que tinha grande curso na Europa medieval e de seu amigo François Rabelais, que se tornou famoso escritor.
Num curto espaço de tempo, as suas profecias tornaram-se conhecidas, com os acertos que encontravam com relação aos acontecimentos. O Rei Henrique II convidou-o a fazer uma viagem até Paris 1556 cidade que ficava distante um mês em viagem por carruagem da Provença (Salon) onde ele residia. Ele pode conhecer seus filhos: Francisco II e Carlos IX), que se tornaram reis mas viveram pouco e governaram sob a regência de sua mãe Catarina, com a morte do rei, três anos depois (considerada por alguns como prevista na Centúria I-35, mas o próprio Nostradamus não confirmou isso quando do falecimento do rei), Mas de qualquer forma essa quadra trouxe muita fama ao vidente. Estes acontecimentos que são encontrados depois do fato ocorrer são denominados encaixes pelo NRG.
Mas a estrela de Nostradamus brilhou com maior intensidade. A sua fama de adivinho prosseguiu, ultrapassando as fronteiras do seu país natal. Era publicado na Alemanha, Áustria, Itália etc. Dizem que de todos os cantos da Europa chegavam celebridades que o procuravam para conhecer o futuro, ou simplesmente para o conhecer pessoalmente. A saúde do profeta começa a ser abalada, não acompanhando sua fama. Seus livros são editados na Itália e na Alemanha. Por conta da sua fama muitos livros apareceram com quadras adicionais, as suas centúrias, e que não podem ser com certeza atribuídos a Nostradamus. Nessa linha de adições são famosas as edições de Seve de 1605 e de Troyes de 1611. As edições posteriores a esta são seguramente falsificações e na Biblioteca de Paris há inúmeras obras que querem ter o mérito de serem produzidas por Nostradamus, mas são apenas falsificações.
Sofrendo de gota e artrite, piorou em meados de 1566. No dia 1e Julho desse mesmo ano, chama um criado e pede-lhe que arrume o quarto, dizendo: «Não estarei vivo no alvorecer do próximo dia.» E assim aconteceu.
Nostradamus morreu no dia 2 de Julho de 1566 exatamente no 183º dia contado a partir do início do ano e que corresponde a metade do ano.
Os restos mortais do profeta foram trasladados para uma outra igreja em Salon (a Igreja de São Lourenço) onde permanecem até hoje.
[editar] Profecias
Suas profecias compõe-se de 942 quadras em versos métricos decasslbos, reunidas em grupos de cem, dai o nome de centúrias. Foram publicadas em várias ocasiões; uma pequena parte em 1555, outra em 1557, sendo que das três últimas centúrias conhecemos apenas edições póstumas. Devido a fama que Nostradamus veio obtendo ao longo do tempo, muitos charlatões tentaram falsificar quadras e versos para fazer dinheiro. Na biblioteca de Paris existem alguns livros escritos entre 1600 e 1900 que usam descaradamente o nome do sábio. O grupo NRG só reconhece como originais estas citadas. Infelizmente o dinheiro foi o rumo que procuraram muitas obras que falam do sábio e de sua obra, sem se importar realmente em descobrir quem era Nostradamus e o que desejava de fato.
Durante cerca de dez anos ele publicou um almanaque anual, com fatos astrológicos, informações variadas e milhares de presságios. Alguns presságios escritos em verso mais precisamente cento e quarenta e um foram estudados em separado por serem muito similares as quadras das Profecias, mas eles são em muito pequeno número em relação ao todo. Exegetas que estudaram esta parte de seu trabalho afirmam que se tratavam de acontecimentos na sua época ou próximos, e portanto, de pouco valor para a época presente.
Segundo os entusiastas, Nostradamus teria previsto, entre outras coisas, a queda da União Soviética na quadra em que diz "Um dia serão amigos os dois grandes chefes...". No entanto, os ceticos apontam que essas "previsões" só são interpretadas corretamente depois dos fatos, nunca antes.
Astrologicamente pode-se ver que algumas quadras previam conjunções de planetas em datas futuras e respondem bem aos fatos que aconteceram naquelas datas.
Pesquisadores sérios de Universidades muito conhecidas como Ottawa, Cambridge, Sorbonne desenvolveram uma teoria que as quadras de Nostradamus se baseavam num fato histórico anterior a sua obra e inspiravam as quadras. O grupo NRG pesquisando com seriedade já detectou mais de cinquenta destes fatos que passou a ser chamado de ponto de partida. Algumas citações de Plutarco, um historiador grego são literais, outras do historiador romano Suetonio, outras do Mirabilis Liber etc.




O ano mil novecentos e noventa e nove sete mês(es),
Do céu virá um grande Rei [ de susto / que expulsa o susto ] :
Ressuscitar o grande Rei de Angolmois,
Antes depois [ Marte / Março ] reinar por feliz acaso.

L'an mil neuf cens nonante neuf sept mois,
Du ciel viendra vn grand Roy d'effrayeur :
Resusciter le grand Roy d'Angolmois,
Auant apres Mars regner par bon heur.

Interpretação global da quadra X 72
A 8 de Novembro de 1989, durante um despertar de kundalini, uma voz sobrenatural falou-me de uma personagem misteriosa chamada Manuel. A partir daquele dia, a minha vida foi invadida por sinais sob a forma de coincidências misteriosas. Ao cabo de três anos, acabei por compreender que aquele Manuel era um antigo rei português : dom Manuel I o Grande e o Venturoso. (Em alguns livros, fala-se antes do rei Emanuel, mas trata-se da mesma pessoa.) Ano após ano, as coincidências misteriosas tornaram-se cada vez mais espantosas e começaram a inserir-se na actualidade francesa ou internacional...
Então, na quadra X 72, Nostradamus predisse três coisas :
a.. 1 : que dom Manuel I ia revelar-se pouco antes do ano 1999, reinando por feliz acaso, isso quer dizer servindo-se da sua sorte para apor a assinatura dele num certo número de acontecimentos.
b.. 2 : que a informação do regresso simbólico de dom Manuel começaria a propagar-se em 1999.
c.. 3 : que o que seria encarregado para «ressuscar» o rei, seria igualmente o autor de um profecia pavorosa com respeito a uma tempestade.

Análise da quadra X 72 à letra
O grande rei de Angolmois
Para falar de um rei que foi cognominado O GRANDE, Nostradamus utilizou o adjectivo GRANDE na quadra dele. Para dizer que aquele mesmo rei tinha sido um dos contemporâneos dele vivendo em Portugal, Nostradamus escolheu escrever EN GAULE MOI (NA GAULA EU) de maneira equívoca, a fim de que a profecia dele não fosse simples demais para descodificar.
(a etimologia de Portugal = Porto dos GAULESES)
De facto, se a palavra ANGOLMOIS for a transcrição fonética de EN GAULE MOI, trata-se também de uma aproximação da palavra ANGOUMOIS, que designa a região situada perto da cidade Angoulême. Assim, Nostradamus resolveu a quadratura do círculo : ser ao mesmo tempo preciso e misterioso.
Para analisar o palavra ANGOLMOIS, alguns autores falaram do rei François Ier (Francisco I), pretextando que o rei francês foi duque de Angoulême antes de 1515. Para mim, se Nostradamus tivesse querido falar de Francisco I, teria utilizado a palavra Angoumois de preferência a Angolmois. No entanto, Francisco I, como dom Manuel I, foi um contemporâneo de Nostradamus. Por conseguinte, merecia do mesmo modo o qualificativo EN GAULE MOI. Porém basta ler o resto da quadra para desempatar os dos reis : ao contrário de dom Manuel I, Francisco I jamais foi cognominado Grande, nunca reinou por feliz acaso e não foi o «ornamento da época dele» (quadra III 94). (Só dom Manuel I deu o nome dele para um estilo artístico : o estilo manuelino que se ilustrou na arquitectura, na escultura, na ourivesaria e na pintura.)
"Em quinhentos anos, mais se terá em consideração
O que foi o ornamento da época dele :
De repente, ele dará todo à luz,
O que, naquele século, fará toda a gente muito contente."

Reinar por feliz acaso (regner par bon heur)
A palavra HEUR significa a SORTE. Antes de morrer, o rei dom Emanuel I reinou uma primeira vez por feliz acaso (par bon heur), o que lhe valeu o cognome de Venturoso. Desde 1989, reina de novo por feliz acaso, pois utiliza a sua ciência do acaso para manifestar a sua presencia e mandar-nos sinais.


Ressuscitar
A palavra ressuscitar deve evidentemente ser analisada no sentido figurado. Para alguns jornalistas, esta palavra significa «fazer com que a gente se lembrem dos actos e acções de uma pessoa morta». Assim, na ocasião da estreia do filme Joana de Arc, o jornal Marianne intitulou : «Um filme ressuscita-a, mas...» No que diz respeito a D. Manuel I, a significação da palavra ressuscitar vai muito além da simples evocação da personagem. Contando todos os sinais que presenciei, tento demonstrar como o rei se revela ainda hoje por uma presencia ACTIVA, capaz de influir sobre o curso dos acontecimentos. Assim, cada vez que escreverei um novo capítulo com respeito ao rei de Nagaulaeu ou cada vez que uma nova pessoa será informada dos sinais manuelinos, a palavra ressuscitar justificar-se-á demais.
O ano mil novecentos e noventa e nove
Trata-se evidentemente do ano 1999, ano durante o qual o manuscrito do livro « Nostradamus avait vu juste ! Les signes du grand roi d'Angolmois » começou a circular nas casas editoras. Além disso a predição da tempestade aconteceu no mês de Janeiro de 1999 e realizou-se no mês de Dezembro de 1999.
Sete / mês(es)
a.. 1o nível de leitura : o sétimo mês do ano é o mês de Julho. A sete de Julho de 1999, «vim efectivamente do céu» e, pela quarta vez da minha vida, aterrei num aeroporto francês. Visto o número de aviões que aterram cada dia em França, compreende-se facilmente que este não-acontecimento não foi notado pelos meios de informação. A coisa importante nesta predição não era a minha vinda desde o céu, mas a missão de que tinha a carga : ressuscitar o grande rei de Nagaulaeu.
Compreende-se bem desde logo, que era impossível para Nostradamus datar precisamente o momento em que ia ressuscitar dom Emanuel. Que data teria devido escolher ? O dia em que consigo estabelecer uma ligação hipotética entre a mensagem de 1989 e o rei D. Manuel ? O dia em que falei pela primeira vez de D. Manuel a uma pessoa da minha cercadura ? O dia em que escrevi a primeira linha deste livro ? O dia em que escreverei a última linha deste livro ou de um outro livro com respeito ao mesmo rei ? O dia em que escrevi a primeira carta a um editor para lhe falar do assunto do livro ? O dia em que depus pela primeira vez o meu manuscrito em casa de um editor ? O dia em que um jornalista pôde ler pela primeira vez o meu livro (Julho de 1999) ? O dia em que o contrato de edição foi assinado ? O dia de publicação do livro ? O dia em que o meu nome apareceu pela primeira vez num jornal, na televisão ou na internet ? Não podendo datar o mais importante, Nostradamus escolheu datar precisamente um acontecimento totalmente simbólico : o trajecto de avião que efectuei no mês de Julho de 1999.

b.. Este voo conduziu-me de Lisboa (cidade onde repõe o corpo de dom Emanuel) para Paris (cidade na qual o antigo rei «ressuscitava» cada dia um pouco mais, à medida que aumentava o número dos leitores do meu manuscrito).
c.. 2o nível de leitura : Nostradamus abraçou as palavras SETE e MÊS, ora a só palavra de MÊS que indica é MARÇO. Então podia-se supor que a expressão concisa «antes, depois Março/Marte» ia tornar-se «SETE... antes e SETE... depois, será feito referência à palavra MARTE». É exactamente o que aconteceu. (Ver abaixo)
a.. 1o nível de leitura : no mês de Julho de 1999, fiz uma viagem de avião entre Lisboa e Paris (ver acima).
b.. 2o nível de leitura : se no princípio da minha aventura, houve uma voz sobrenatural que me falou de uma personagem chamada Manuel, quer dizer que os sinais com respeito ao rei dom Manuel «vieram provavelmente do Céu».
c.. 3o nível de leitura : eu predisse a tempestade de Dezembro de 1999, isto é um acontecimento pavoroso vindo do céu.
Um grande rei de susto (d'effrayeur)
a.. A palavra «effrayeur» no francês antigo :
Se os sinais me obrigassem a escrever capítulos que podem parecer «assustadores» no sentido actual da palavra, é preciso também compreender a expressão «grande Rei d'effrayeur» no sentido em que o empregava Nostradamus. Na altura do profeta, a palavra «effrayeur» significava «o que expulsa o susto».
b.. A palavra «effrayer» em francês moderno :
Os tradutores ingleses começaram a usar a palavra «terror» e esta palavra foi usada de novo em português e em espanhol. Nostradamus usou a palavra «effrayeur» (assustador) que se parece com o verbo «effrayer» (assustar). Se tinha querido, teria podido usar a palavra «terreur» (terror) que corresponde ao verbo «terroriser» (aterrorizar). No francês moderno, as palavras «effrayer» e «terroriser» significam a mesma coisa mas a segunda é muito mais forte do que a primeira. Corresponde ao paroxismo do susto : um rato pode assustar (effrayer) alguém mas não pode o aterrorizar (terroriser) !
Então, pode-se dizer que o uso da palavra «terror» na tradução está desproporcionado e não justificado, que seja em francês antigo o moderno.
c.. Como o vimos, a palavra DE SUSTO explica-se muito bem pela minha predição com respeito à tempestade. Pode-se também ligá-la à alguns sinais que se parecem bastante com advertências.
d.. Se Nostradamus utilizasse a expressão «GRANDE REI» para falar ao mesmo tempo de mim e de D. Manuel, é porque sabia que os nossos destinos respectivos iam entremear-se estreitamente na ocasião de uma sucessão de sinais.
Antes depois Março / Marte
a.. Como o tinha predito, as duas fases da tempestade (ou as duas tempestades) aconteceram ANTES e DEPOIS do solstício de Inverno.
b.. A «tempestade do século» foi cognominada MARTIN pelos Americanos, ora a etimologia deste prenome significa «devotado ao Deus MARTE».
c.. Uma das numerosas coincidências misteriosas sobre as quais me baseei para predizer a tempestade, dizia respeito a uma emissão de televisão que devia passar normalmente um 23 de Janeiro, que foi datada no jornal de televisão com uma deslocação de «SETE DIAS DEPOIS» (30 de Janeiro) e que realmente foi transmitida «SETE DIAS ANTES» (a 16 de Janeiro). Este duplo período de sete dias está em relação com a minha predição dos catorze dias que separaram a tempestade tendo provocando a maré negra da Erika (12 de Dezembro de 1999) e a «tempestade do século» (26, 27 e 28 de Dezembro de 1999).
d.. Além disso, em França, o 30 de Janeiro corresponde à Santa-Martine (etimologia ligada ao Deus MARTE) e o 16 de Janeiro é o dia de São-Marcel (do latim marcus - martelo / devotado ao Deus MARTE - ou do grego martikos -devotado ao Deus MARTE-)
Agora que leram o que precede, perguntam-se certamente como um rei morto à cinco séculos pode de novo fazer falar de si, reinando por feliz acaso. Evidentemente, expliquei-vos que se servia da sua sorte para suscitar coincidências misteriosas, mas têm talvez dificuldades em imaginar como isto pode se traduzir concretamente. Pois actualmente, não têm a possibilidade de ler o meu livro, o ideal seria que colocasse um capítulo deste neste site. É coisa feita... [3 : a Taça do Mundo]



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Publicado por Paula Valentina às 12:24
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